| ROTEIRO CRIATIVO |
Carlos, nosso personagem, narra sua história desde o seu nascimento, em uma favela de São Paulo. Com uma narrativa despojada, ele vai contando sua infância no meio da pobreza e trafico de drogas que é comum ali no seu bairro, até que aos 13 anos, seu pai é morto por uma bala perdida, sua família passa por um momento difícil e aí ele se depara com a primeira grande decisão da sua vida:
ESCOLHA INICIAL DO PÚBLICO 1:
Opção "a": Ceder à pressão dos traficantes e juntar-se à eles no crime
Opção "b": Continuar na sua vida medíocre trabalhando e estudando para tentar ajudar a mãe e o irmão mais novo, com o sonho de um dia sair da favela.
a-escolheu entrar para o crime : Carlos segue sua narrativa temporal, agora trabalhando para o crime da favela. A custo de muito sangue e dor, ele se torna o chefe do tráfico ali no seu bairro, sendo respeitado e temido por todos ali, Até que no auge do seu poder e maturidade, descobre a traição do seu irmão mais novo e se vê de frente a mais uma importante decisão da sua vida: perdoar ou executar seu irmão. Neste momento, não cabe ao público escolher, mas sim, ao personagem, que na narrativa, intervém e pede licença, por ser um assunto de família e que cabe a ele fazer essa escolha sozinho. Sob pressão dos outros traficantes e movido pela raiva, ele escolhe executar o irmão. Com a morte do irmão, Carlos continua no poder da Favela, porém seu psicológico começa a pesar e ele começa a ter visões com o irmão e entrar em depressão, principalmente depois da morte da mãe, que morre o culpando pela perda do filho. Com a polícia fechando o cerco e com sérios problemas psicológicos, Carlos fica em outra sinuca da vida.
| ROTEIRO CRIATIVO |
Escolha FINAL DO PÚBLICO 1:
Opção “a”: cometer o suicídio
Opção "b”: se entregar para a polícia e ser preso
Aqui o público escolhe o final, só que não. A única coisa que não podemos mudar é a morte. Qdo chegar nosso dia, a escolha não cabe mais a nós. Quando o público escolher qualquer uma das opções, o próprio personagem narrador, intervém mais uma vez na história e explica que essa escolha não cabe mais à ninguém, nem ao público e tão pouco à ele.
FINAL1: Carlo se recupera naquele dia e volta ao seu trabalho no crime, até que um dia assiste a uma cena de execução de um menor infrator da favela, que o faz lembrar do irmão e em meio a um surto psicótico, Carlos sai sem rumo pelas ruas delirando e é atropelado por um ônibus em um cruzamento da cidade.
O narrador, assiste a cena de fora...
Off do narrador: As escolhas na nossa vida existem para dar rumo à nossa história, para aprendermos com nossos erros e acertos. Seja qual rumo sua história tomou, quando chegar a sua hora de partir, não caberá mais a você mais escolher.
| ROTEIRO CRIATIVO |
ESCOLHA INICIAL DO PÚBLICO 2:
b-escolheu estudar / trabalhar : Carlos não desiste de ajudar a mãe, resiste às pressões do trafico e vai narrando sua dura vida de trabalho, estudo, ele entra em um projeto social na favela que o ajuda a estudar e a se formar...e assim segue narrando sua vida até seus 30 anos. Nessa idade, Carlos já é casado com sua namorada de infância, sua mãe já falecida e seu irmão morto pelo tráfico. Hj ele já pode se considerar um vencedor, trabalha em uma grande empresa, tem um cargo de liderança e tem uma vida estabilizada, até que é envolvido em um esquema dentro da empresa e precisa tomar uma decisão importante: entregar o esquema à polícia ou aceitar propina e se envolver no esquema.
Neste momento, não cabe ao público escolher, mas sim, ao personagem, que na narrativa, intervém e pede licença, para ele fazer essa escolha sozinho. Carlos entra para o esquema e começa a esbanjar carrão, jóias e ostentação. O dinheiro sobe a cabeça, perde a esposa, fica viciado em álcool e drogas, até que em uma de suas orgias ele descobre que está sendo o grande laranja desse golpe, onde os grandes faturam alto e quem vai pagar o pato com a polícia é ele. Os própios mentores do plano denunciam Carlos à polícia. Carlos tenta fugir e durante uma perseguição policial, Carlos sofre um sério acidente e é aqui onde escolhemos final da história.
ESCOLHA FINAL DO PÚBLICO 2:
Opção “a”: Carlos morre no acidente
Opção “b : Carlos vive e tem uma nova chance
Aqui o público escolhe o final, só que não. A única coisa que não podemos mudar é a morte. Qdo chegar nosso dia, a escolha não cabe mais a nós. Quando o público escolher qualquer uma das opções, o próprio personagem narrador, intervém mais uma vez na história e explica que essa escolha não cabe mais à ninguém, nem ao público e tão pouco à ele.
FINAL2: O Carro de Carlos capota em uma rua movimentada de São Paulo. Carlos consegue sair do carro antes que os policiais cheguem, consegue caminhar por alguns quarteirões e, ainda meio atordoado e confuso, acaba sendo atropelado por um ônibus em um cruzamento.
O narrador, assiste a cena de fora...
Off ff do narrador: As escolhas na nossa vida existem para dar rumo à nossa história, para aprendermos com nossos erros e acertos. Seja qual rumo sua história tomou, as lições teve com as escolhas que fez na vida, quando chegar a sua hora de partir, vc não poderá mais escolher.
Sim, em ambos os finais ele morre de mesma maneira, no mesmo cruzamento, dia e hora.
contato: gabonunes@gmail.com | 55 (15) 9991619559
